quarta-feira, 21 de outubro de 2009

1 mês


Nossa, passou muito rápido… no ultimo dia 17 completei um mês de mudança! Vamos as atualizações então:

Casa nova

Saí da casa do Luis, o brasileiro, e agora moro com o Mark, um australiano de 27 anos. Ele é de Brisbane (capital do estado de Queensland) que se mudou para Gold Coast há uns 4 anos. Ele é designer gráfico e trabalha para um empresário que mexe com corridas de carro e essa época é a que o Mark mais trabalha, pois esta semana acontece a Indi aqui.. a cidade tá em polvorosa!

Vamos as perguntas que todo mundo já me fez e agora eu respondo pra vocês:

- Eu já conhecia ele? Não... fiquei sabendo que ele tava precisando de alguém para dividir o ap na internet mesmo. Parece estranho e perigoso, mas aqui a própria escola incentiva que a gente se registre nos sites de procura. Então, eu vi o anúncio e vim ver. O lugar é bem simples, eu tenho meu próprio quarto com armário e a gente divide o banheiro.

- Ele é bonito? Não.

- Ele dá em cima de mim? NÃO! Ele não me dá cantada, não me olha estranho, não faz piadinha de duplo sentido, nem nada do tipo.

- Como está sendo? Ele é super tranquilo, tem a maior paciência comigo. Ele já me contou a vida dele toda, já conheci os pais dele, agora ele tá me ensinando a cozinhar... Ele apoia há uns 6 anos já um projeto de Recife de uma comunidade de marinheiros, ele é padrinho de um menino chamado Sílvio. Legal, né?!
No começo fiquei preocupada sim de morar com um cara que eu conheci pela internet, mas tem várias vantagens: eu moro muito perto da escola (5 min), tenho meu próprio quarto e ainda moro com alguém que fala inglês, sei de um agalera que paga o mesmo que eu e só mora com brasileiros e no caso das mulheres, muitas tem de dividir até a cama com outras flatmates. Então, eu olhei os pontos positivos e fiz uma aposta. Até agora tá indo tudo bem =D


Mark e eu no Memorial do Capitao Cook


Currumbin


No último sábado, o Mark me levou a um zoo chamado Currumbin Wildlife Sanctuery... muito legal! Lá é enorme, são muitos animais, são todos muito diferentes!

Spotted-tail quoll

"Voce tem que ficar bem parada."
"Por que?"
"Porque arvores nao se mexem."


Wallaby (uma especie de canguru)


Tree kangaroo

Por hoje eh isso. Bjos

quarta-feira, 7 de outubro de 2009

Clubs, school and dust storm

Oi, gente
Como estao todos?
Ai vao mais algumas coisinhas que eu estou descobrindo por aqui...

Clubbing

Bom, o esquema das baladas aqui é bem diferente. Com as boates ficam todas praticamente na mesma rua, ninguém fica a noite toda em um lugar só. Então nada de cartão de consumação, você entra e paga por um carimbo que dá direito entrar e sair do lugar até às 3h, quando os clubs por lei não permitem mais entradas. Ah, é proibido fumar dentro das boates e é probido beber na rua, ficar de bobeira com garrafas e latinha de bebida na rua dá multa.

Então, com o carimbo todo mundo pode sair para fumar, e claro, mudar de club para ver qual está bombando mais. O esquema é conseguir passes VIP, assim dá para entrar sem pagar e se for beber, é só pagar diretamente pro bartender. A galera sempre se reune, faz um esquenta e vai pra balada.



Galera se preparando pra balada

Aqui cada boate tem um dia de “ladies night” onde as mulheres que entram até as 23h ganham bebida de graça a noite toda.

Rasberry vodka

SinCity



The aussies


Os aussies (lê-se: ózis) são pessoas muito receptivas, conversam com você na rua e andam com roupas bem despojadas. Durante o dia é normal, aqui parece o Rio: as mulheres de shortinho, sainha, blusa de alcinha; e os homens de bermuda e regatas, o que é completamente normal para nós brasileiros.
Mas à noite, as coisas mudam principalmente falando das mulheres. Elas andam super produzidas, se no Brasil todo mundo tenta cultivar um look meio natural, aqui é o contrário. As australianas e neo-zelandesas são super extravagantes! Elas sempre estão muito maquiadas, com verstidos super curtos e super colados, sapatos fechados e de salto bem alto. Os brilhos estão por todo lado, na maquigem, na roupa, nos sapatos... nas lojas o que não falta é lantejoula!

Bartenders da SinCity



1° dia de aula

Minhas aulas começaram dia 21/09/2009, na verdade segunda foi uma manhã de testes. Primeiro um teste de 60 questões de gramática e vocabulário, depois uma entrevista e depois uma redação. As aulas começaram mesmo na terça.

A professora que aplicou os testes é uma inglesa muito engraçada e meio preconceituosa com os brasileiros... Aos falar das regras, ela disse que a chamada é feita no começo da aula e quem chega atrasado fica com falta no dia, mesmo se o atraso for de 5 minutos. Perguntei porque não havia outra chamada depois do intervalo ou porque não davam um tempo de crédito para quem está só um pouco atrasado e ela disse “Essa regra foi feita por causa dos brasileiros”. Ao voltar do intervalo ela disse “Não acredito! Estão todos aqui, até os brasileiros!”.

Depois ela foi apresentar o pessoal que trabalha na escola e chegou na Maureen, a diretora de Marketing, daí eu disse “eu trabalho com Marketing, se a Maureen estiver precisando de uma estagiária...” e ela disse “os brasileiros estão sempre dispostos a trabalhar, sempre atrás do dinheiro”, não aguentei e disse “Agora você está sendo maldosa”, ela respondeu “Não maldosa, só sarcástica”.

Mas pelo jeito ela convive bem com os brasileiros, soltou duas frases em português. Uma hora ela falou ”you guys will get to know me better and then you’ll see, eu sou muito louca” e outra hora ela falou “vamos botar pra quebrar”.. kkkkkkkkkkkkk olha o que a galera anda ensinando pros professores!

Foi no dia seguinte que as aulas começaram mesmo. Meu professor é um kiwi que morou na América do Sul por 7 anos. Ele fala espanhol fluentemente, então é muito bom porque ele entende a estrutura das duas línguas (inglês e espanhol) e assim ele consegue entender o porque de falarmos certas coisa de um jeito ou de outro. Várias vezes ele fala “isso funciona em português /espanhol, mas não em inglês”, acho muito legal!

Muita gente me falou que 9 semanas de inglês ia ser muito tempo, que eu iria achar tudo muito fácil e iria enjoar, mas é verdade é que é muito bom revisar e não tem jeito, a gente sempre aprende coisas novas! Até agora estou gostando bastante!

Por ser uma turma de avançado, a sala não é cheia. Somos 4 brasileiros, 2 tailandesas, 2 coreanas, 2 colombianos, 2 venezuelanos, 1 turco e 1 saudita, então a aula anda num ritmo legal e todo mundo participa da aula. Temos que levar gírias, todo dia vemos um pedaço de um filme e o professor vai repassando o vocabulário, em 2 semanas de aula já enchi o caderno de palavras novas ou expressões que eu nunca tinha ouvido falar.

No intervalo, os brasileiros se reunem


Dust storm

Bem, acho que todos sabem da tempestade de areia que deu por aqui. Chamadas de dust storms, elas se originam na parte central do país onde ficam os deserto e desta vez uma chegou até Sydney, veio subindo a costa leste e chegou até aqui. Segundo os jornais, foi a maior no últimos 10 anos.

Aqui em Gold não foi como na tv que mostrou tudo avermelhado, isso foi em Sydney, aqui o céu ficou meio amarelado, foi bem curioso... Meu professor chegou na sala avisando que a tempestade chegaria a cidade e explicou tudo, então não teve muito motivo para alarde. Não foi como se imagina uma tempestade, o que se viu foi uma massa de ar amarelada chegando trazida pelo vento que estava um pouco forte mas nada de assustar. Mesmo com o ar cheio de poeria ninguém deixou de sair na rua para almoçar e eu ainda fui olhar um ap pra morar. No outro dia amanheceu completamente normal: ensolarado e sem nuvens. Adoro!


Dia que deu a dust storm


Dia normal

Ah, sabemos das coisas que acontecem nos países aqui perto assim como aí no Brasil: pela tv! Portanto, ninguem precisa se preocupar. A vida aqui ta otima! =D

quarta-feira, 30 de setembro de 2009

Chegando em Gold Coast

Para chegar até a Austrália, você tem que se preparar psicologicamente para muitas horas de voo e muitas horas também esperando nos aeroportos. E pensar muito na hora de arrumar as suas malas.


MALAS
Pela lógica, resolvi seguir um conselho de um brasileiro que morou por essas bandas e me perguntou:
“você vai trabalhar, certo? Então, o que vai fazer com a grana, comprar roupa ou viajar?”, não pensei duas vezes e em duas malas botei quase meu guarda-roupas inteiro! Resultado: 2 malas de 20kg cada uma, mais a bagagem de mão: uma mochila com meus documentos e um livro e uma mala pequena para o notebook e algumas peças de roupa.
Ainda não sei se essa e a melhor escolha, mas enfim, foi o que eu fiz.


PASSAGEM
Só vi 3 maneiras de vir para a Austrália do Brasil: pela Argentina, pelo Chile e pela África do Sul. De qualquer maneira, o tempo total de viagem dá mais ou menos o mesmo. Depois de muito pesquisar rotas e preços, escolhi a Aerolíneas Argentinas
O preço é salgado, mas se você pensar são 5 viagens: Brasília > São Paulo > Buenos Aires > Nova Zelândia (Auckland) > Sydney > Gold Coast. Sim, parei em todos os aeroportos!


A VIAGEM
De Brasília até São Paulo é tranquilo, ruim foi ficar 6h em Guarulhos. De São Paulo até Buenos Aires são 3h30, depois daí foi que o bicho pegou... são 12 horas de Buenos até Auckland! Putz, parece que não vai chegar nunca! Meu Deus! Para qualquer outro lugar o avião faz uma linha reta como caminho, mas não para a Nova Zelândia. O avião faz um meio-círculo, chegando próximo ao pólo sul e depois sobe de novo.





Eu sem nada pra fazer no aeroporto

No aeroporto de Auckland a parada é rápida, só 1h, e você tem que ficar atento, pois os avisos não são dados na área do Duty Free e as placas com os horários são tão discretas que se bobear você passa reto. Engraçado que os avisos são dados em inglês e espanhol. Os telefones públicos não fazem chamada para o Brasil à cobrar, mas se você precisar de ajuda para fazer qualquer ligação pode-se escolher entre 4 opções de línguas: inglês, japonês, chinês e samoano (?!).


De Auckland até Sydney são mais 3h de viagem. A imigração lá é um caso a parte. Primeiro que o aeroporto chega a ter até 60 portões, enorme! Depois de passar pelo Duty Free, vai todo mundo para a ala da imigração. Uma confusão... apesar de tudo estar sinalizado, o pessoal (principalmente os asiáticos)faz a maior bagunça, tem gente que fura fila, tem gente que liga o celular, mesmo depois de ter passado por placas gigantesta dizendo que não se pode ligar o celular nessa ala, e quem tirar fotos está sujeito a pagar multas. Então pra toda essa galera tem um cara, como a maior cara de vietnamita com direito a turbante e barba comprida, que fica de olho e um outro homem que passa com um cão-farejador.


Depois de receber um carimbo no seu passaporte, vamos pegar as malas. São 4 grandes esteiras que distribuem as malas de mais de 20 voos. É mala grande em cima de pequenas, tem mala que para no chão. Então pega-se a fila de saida, uma só para todo mundo. Coloquei no meu cartão que estava levando medicamentos, fui para uma fila separada (3 pessoas), me perguntaram o que eu estava trazendo, disse “remédios para dor de cabeça, enjoo, alergia”e fui liberada rapidinho.


Hora de pegar a fila da Jet Star (empresa do grupo Qantas) com destino a Gold Coast, depois de 10 min uma senhora passa e me ve com aquele tanto de mala e pergunta “para onde você vai?”, repondo “para Gold Coast”, ela diz “ah, querida, você está no terminal internacional, precisa pegar o trem e ir para o terminal 2 do aeroporto de voos domésticos”.. putz!


Daí, vou eu comprar um passe de trem que passa pelo subsolo do aeroporto internacional. Pego um elevador e surpresa... não se pode pegar o trem com o carrinho do aeroporto! Chego na companhia aérea e vejo a placa “para deixar sua bagagem, faça primeiro seu check-in em um dos monitores”, beleza coloco no monitor o código localizador e veem a seguinte mensagem “seu voo ainda não abriu o check-in. O check-in abre com 2 horas antecedencia, por favor, consulte o horário do seu voo”, bem meu voo só sairia dali há 5 horas!


5 horas depois, entro no avião com destino a Gold Coast (finalmente, né?!). Certeza que eu era a única estrangeira no avião! 1h30 de viagem apenas, cheguei às 18h30, peguei um taxi e pronto!
Conheci o Luis, brasileiro que mora aqui há 1 ano e meio, e a namorada dele, Belinda (apelido Bel), uma kiwi (neo-zelandesa/ kiwi é uma ave típica daquelas ilhas e uma gíria para designar que nasceu por lá), ela mora aqui há uns 4 anos já.


A galera tava se arrumando pra sair, mas como dizia meu tio Nano “o sono vence”... puxei o sofá-cama e fui dormir!




Morando em Gold


Para se morar aqui existem várias opções de acomodação entre elas estão home-stay (casa de família), albergues, hotéis e share accomodation (acomodação compartilhada). Só pra ser do contra, eu não quis ir para home-stay e tive que procurar um lugar pra morar aqui ainda no Brasil.


Então eu entrei em contato com um amigo de uma amigo que morou aqui e conheceu um cara gente boa de quem ficou amigo e me deu o orkut do cara. Mandei um recado pro tal do Luis Fernando e ele me respondeu dando duas opções: eu poderia ficar na casa de um amigo dele aqui ou ficar na casa dele por 1 semana até achar alguma coisa. Pensei e optei pela segunda. Fomos conversando e a única coisa que ele me pediu foi que eu trouxesse um pote de Toddy..kkkk, engraçado as coisas das quais as pessoas tem saudade, né?!


Foi nessa que agora estou morando com o Luis e por isso anteriormente disse “conheci o Luis”, porque eu não o conhecia mesmo. Ele mora num hotel, aluga o quarto que já é todo montado com cozinha e lavanderia. O bom é que ele mora no mesmo bairro da minha escola: Surfer’s Paradise ou em bom português, Paraíso dos Surfistas(rá... desculpa aí, hein?!).




Vista da varanda do Luis

Ele e a namorada são bem tranquilos, me ajudam com várias coisas. O legal é que para não deixar a Bel por fora das conversas, mesmo sendo brasileiros, eu e o Luis temos de conversar em inglês. Ah, a Bel cozinha super bem!



1° DIA


No meu primeiro dia (sexta), acordei meio estranha, sem saber o que fazer. O Luis e a Bel trabalham, ele de pintor e ela é gerente de uma loja de roupas chamada Cotton On. Fiquei um tempo no apartamento e notei que as tomada são diferentes e pensei “hunf, como vou regarregar meu computador, celular, ligar o secador de cabelos?”.


Então resolvi sair de casa, para conhecer um lugar nada melhor do que andar. Fui conhecer onde ficava a escola, peguei o mapa e fui; não dava pra ser mais fácil, era só andar numa linha reta. A escola fica numa rua chama Cavill Avenue que é onde tudo acontece, O point. É onde estão as várias boates (night clubs), vários restaurantes e pubs, tem um mini shopping, várias lojas de bugiganga, etc.




Cavill Avenue

A escola, chamada Embassy CES, fica em um prédio comercial, então fui pegar o elevador. Tava lá na placa Embassy 4th and 5th floor, entrei e apertei o 4° andar. O elevador fechou a porta e ficou parado. Apertei G (ground floor, o nosso térreo) e de novo o 4°. O elevador fechou a porta e ficou parado, pensei “p..., não consigo nem fazer o elevador chegar no andar, qual é o problema? Tudo aqui tem que ser diferente???”. Do lado de fora um grupo de brasileiros conversava e perguntei “gente, como faço para chegar na Embassy, o elevador não sobe!”, aí uma menina respodeu “Você apertou qual andar? Tem que ser o 5°, o 4° não sobe”. Aff...


Subi, dei uma olhada por cima só pra me ver mesmo onde ficava a recepção e talz. Já passava da hora do almoço, então na própria Cavill Ave de um vi o McDonalds e do outro um fast food chamado Hungry Jack’s que fiquei sabendo depois que é o Burger King daqui. Aliás, muitas coisas aqui mudam de nome, aqui a Chevrolet se chama Holden e a logo é um leão, vai entender...
SEAGULL
Então, comprei um lanche normal, sanduba, batata frita e refri. Fui comer do lado de fora e percebo várias gaivotas (seagulls) voando para lá e pra cá, umas pousando nas mesas vazias e comendo restos. Fiquei meio assim desconfiada delas voando tão perto e segurei o sanduba bem perto da boca. Bobeei, olhei uma hora pro lado e vap... uma gaivota deu um mergulho na minha cara, batendo as asas na minha cabeça e levou metade do meu sanduiche! Maldita! Levantei gritando, outra veio e derrubou as batatas no chão! Como assim? Fui pra casa, indignada, tomando minha coca que foi a única coisa que restou do meu almoço!


Seagulls aka bicos-leves

quinta-feira, 24 de setembro de 2009

O que eu fui fazer na Australia?

Oi, gente! =D

Tudo bem? Bom, pra poder compartilhar com vocês o que ando descobrindo aqui em Gold Coast, aqui vai meu primeiro post:

Bom, pra começar vou falar o que eu vim fazer aqui na Austrália... vai que alguém esqueceu um pedaço ou simplesmente não sabe.

ESTUDO E TRABALHO

Eu decidi vir para a Austrália porque dentre os países que permitem estudo e trabalho juntos essa me pareceu a melhor opção, os outros são Nova Zelândia e o Reino Unido. Nos EUA e na Europa só se pode trabalhar (legalmente) depois de 3 meses de estudo.
Então, depois de escolher a Austrália decidi estudar inglês, vou entrar numa turma de avançado e assim poder fazer testes de proficiência, como TOEFL e IELTS, e depois vou tirar um certificado em Marketing voltado para business. No total são 24 semanas, mas como vou ter 2 semanas de feriado para o Natal e o Ano Novo na verdade são 26 semanas, o que dá 6 meses e meio. Durante esse tempo poderei trabalhar, já que aqui o visto de estudante dá direito a trabalhar 20 horas por semana.





Escolhi Gold Coast pelas coisas que escutei e pesquisei na internet. Vi que era uma cidade bem menor que Sydney, que as coisas aqui não eram tão caras. Gold Coast fica no estado de Queensland e é a 5ª maior cidade da Austrália com pouco mais de 500 mil habitantes.
A Austrália é uma monarquia constitucional e o chefe de estado é a rainha Elizabeth, por isso aqui se tem um Governador Geral e os carros andam na mão contrária também... m-e-d-o!
Gold Coast fica na costa leste, a 854 km de Syney, é uma cidade ensolarada e é toda recortada por canais onde se misturam a água do mar com a água de alguns rios.




Gold Coast

Apesar de ser um dos lugares mais procurados pelos surfistas, às vezes acontecem ataques de tubarão. O governo colocou uma rede ao redor da costa, mas mesmo assim alguns passam e acontece de entrarem nos canais, a recomendação geral é para não nadar nos canais, apesar de várias casas ficarem bem na beirada e terem piers privativos, lanchas e tudo mais.


Apesar do aviso, dá pra ver vários surfistas na água.


Por toda a cidade, várias pontes enfeitam a paisagem e para o pessoal poder apreciar, bancos e áreas verdes para quem quiser parar e ficar de bobeira. Os aussies (australianos) são muitos brancos (rá.. não sou só eu que vou a praia e continuo branquela!), já vi muitas crianças ruivas e muita gente vai pro mar vestido já que existe um buraco na camada de ozônio que cobre todo o país.


Os dias aqui são assim: ensolarados e sem nuvens

Tem muita gente andando nas ruas, muitos carrões e muitos letreiros de loja em inglês e japonês. É incrível a quatidade de asiáticos por aqui, do Japão, Coréia, Paquistão, Índia...

Aos poucos vou conhecendo a cidade e contando para vocês aí ficarem cada vez mais com vontade de vir para cá! Kkkk
Fico por aqui. Bjos =*